Conheça a dupla que organiza as festas de Réveillon

Vinícius Almeida e Rosa Julina, sócios da Julina Neves Eventos, possuem larga experiência na produção de eventos, principalmente Réveillon. Essa dupla já produziu festas de fim de ano no luxuoso Condomínio Parque Interlagos, na Mansão Carlos Costa Pinto, na Praça da Cruz Caída (Belvedere da Sé), na Praia do Buracão, na Praia da Paciência, na Marina Píer Salvador e 14 vezes no Forte São Diogo, 8 festas só com o nome Réveillon do Forte… Ufa!

Mas o que faz toda festa de réveillon ser um sucesso? Vinicius dá a receita “É um reveillon caracterizado por muita descontração e alegria, tendo como base a nossa rede de amizade. Estes promovem uma divulgação boca-a-boca que resulta em uma seleção natural de pessoas que querem uma festa organizada profissionalmente, mas com uma sensação de só ter gente conhecida”.

O esforço é grande para que a festa sempre seja um sucesso. Na estimativa de Rosa Julina, cada réveillon demanda mais de 200 horas de trabalho por cada sócio, fora a equipe de colaboradores. Ainda assim, Vinicius diz que consegue se divertir bastante durante o evento “Como temos muitos amigos na festa, e contamos com um nível de organização satisfatório, dá para se divertir trabalhando sem problemas”.

Vinicius e Rosa Julina nunca abrem mão de selecionar um local especial para uma festa de réveillon “Tem que ser com uma vista privilegiada para a queima de fogos do Farol da Barra e para a Baía de Todos os Santos”.

Fotos André Lima

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Festa do Ano Novo

O Ano Novo é um evento comemorado em várias culturas, celebrando o fim de um ano e o começo do próximo. Também é chamado de Réveillon, termo oriundo do verbo francês réveiller, que significa despertar.

A comemoração ocidental tem origem num decreto do Imperador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões, que tinha duas faces – uma voltada para frente e a outra para trás. O mês de janeiro deriva do seu nome.

Porém, a data já era comemorada no Egito Antigo, por volta de 3.750 a.C., pois era o momento em que a estrela Sirius alinhava-se com a estrela Canopus no rumo Sul ao centro da Via-Láctea, sobre as Pirâmides de Gizé.

Com essas origens, o Réveillon é uma festa de natureza profana. Nas sociedades camponesas européias ela integrava as comemorações da chegada do solstício de inverno e de agradecimentos das boas colheitas. No período medieval, a Igreja Católica, procurando coibir os hábitos pagãos, se apropriou dessas comemorações transformando-as em sagradas. Assim, as festas do solstício de verão (em junho) foram transformadas em celebrações para o nascimento de São João e as do solstício de inverno (em dezembro) comemorariam o nascimento de Jesus Cristo. É claro que, apesar das inúmeras formas de coibir os hábitos profanos e pagãos, eles continuaram existindo no interior das festas sagradas. Era a força da cultura popular que resistiu e se adaptou às regras impostas pela Igreja Católica. Um exemplo dessa força de resistência é a festa do Ano Novo, que se mantém nos calendários católicos, não apropriada pelas práticas religiosas, conservando seu caráter essencialmente profano.

Texto de Soleni Biscouto Fressato
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Porto da Barra

A Barra é um dos bairros mais tradicionais de Salvador. É banhada pelo Oceano Atlântico e pela Baía de Todos os Santos. Preserva em sua paisagem um acervo histórico e arquitetônico valioso para o Brasil, sendo o Farol da Barra um dos ícones mais famosos, ao lado do Forte de Santa Maria, do Forte São Diogo e, mais acima, da Igreja de Santo Antônio da Barra.


Reprodução do cartão postal da coleção privada do Eng. Ubaldo Senna Filho.

No início da colonização do território brasileiro, o Rei D. João III doou a Capitania Hereditária da Baía de Todos os Santos ao donatário Francisco Pereira Coutinho, que se instalou na região em 1534, fundando o Arraial do Pereira. O Arraial localizava-se onde hoje se situa a Ladeira da Barra, com casas para cem moradores. Essas casas seriam encontradas quinze anos depois, em 1549, por Tomé de Sousa. Nas cartas dos jesuítas e nos documentos do governador-geral, essa região foi denominada de Vila Velha.

Foi no atual Porto da Barra, que Tomé de Sousa desembarcou com homens e materiais, fundando a cidade de São Salvador da Bahia de Todos os Santos no século XVI. Na época, a vila já contava com mais de mil habitantes, entre índios e europeus. Após a criação da capital, Vila Velha foi lentamente se esvaziando até desaparecer completamente. Até o século XIX, permaneceu como o subúrbio da cidade. Nas primeiras décadas do século XX, tornou-se um balneário marítimo e após a transformação do Caminho do Conselho na Avenida Sete, iniciou-se o seu processo de consolidação como bairro importante.


Painel alusivo ao desembarque de Tomé de Souza para fundação da cidade do Salvador. Esse painel atual é do português Eduardo Gomes, de 2003. Substituiu o anterior de autoria do pintor, também português, Joaquim Rebucho, datado de 1949.

A praia do Porto da Barra limita-se ao norte pela encosta que é formada pela Ladeira da Barra e pelo Forte São Diogo e ao sul pelo Forte de Santa Maria.

O trecho entre o Forte São Diogo e o Forte de Santa Maria é uma enseada de ondas calmas e água de temperatura agradável, bastante propício ao banho de mar.

No passeio existe uma balaustrada, de onde se tem uma excelente vista da Ilha de Itaparica e pode-se apreciar um belíssimo pôr-do-sol! Não é à toa que todos os finais de tarde o Sol é aplaudido!

Na região do Porto da Barra são facilmente encontrados hotéis, resturantes e bares. Para a compra de artesanato local, existe uma loja do Instituto Mauá, que comercializa as peças confeccionadas por esmerados artesãos.

O Porto da Barra é uma das regiões mais charmosas e encantadoras de Salvador. Não apenas pela sua beleza natural, a praia calma e o Sol acolhedor, mas também pela sua força e vivacidade humana. Podemos dançar ao som da boa música das bandas de forró (ritmo típico do interior nordestino), apreciar os corpos vigorosos no jogo da capoeira, saborear um bom acarajé ou abará preparados pelas famosas baianas. Na praia, o barulho do mar só é interrompido pelo cantar alegre dos vendedores ambulantes, divulgando seus produtos, uma permanência cultural do período da escravidão.

É impossível não ficarmos contagiados com tanta alegria e bom humor, características típicas do caráter baiano.

Texto de Soleni Biscouto Fressato
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Música, humor e performance no Réveillon da Baía 2014

Pense numa mistura de músicas da Jovem Guarda, principalmente os sucessos dançantes com uma “pegada” mais brega, interpretadas por atores, que sabem cantar, e com um figurino impecável. Aí está a Banda Limusine. Um verdadeiro show-espetáculo!

O repertório selecionado para o Réveillon da Baía 2014 incluirá antigos sucessos dançantes do Rei Roberto Carlos, de Celly Campelo, da ternurinha Wanderléia e até dos Beatles.

No cenário, ou melhor, no palco Diogo Lopes Filho e Evelin Buchegger comandam o vocal com o apoio de Luisa Prosérpio e Vanessa Mello. José Dantas, idealizador da Banda, é o baterista, Jerry Marlon no baixo, Zito Moura nos teclados, Candido Soto na guitarra e Márcia Andrade na direção.

Definitivamente a Limusine não é uma banda comum! Você vai ver… e dançar, rir, mandar bilhetinhos de amor. Afinal quem não quer começar 2014 em alto astral!?

Fotos André Lima

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Réveillon de Netuno 2013

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Réveillon do Forte São Diogo 2012

O Réveillon do Forte São Diogo 2012 foi assim:

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Armandinho e André Macêdo no Réveillon do Forte São Diogo 2012

“Ah! Imagina só, que loucura essa mistura. Alegria, alegria é o estado, que chamamos Bahia. De todos os santos, encantos e axé. Sagrado e profano, o baiano é: carnaval…”.

Confirmada a canja musical do virtuoso guitarrista Armandinho Macêdo com apoio vocal do irmão André Macêdo.

Réveillon do Forte São Diogo 2012, imperdível!!! Os ingressos estão esgotando.

Foto André Lima

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